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Este é o blog do casamento de Luciana Balthazar e Thiago Freitas. Divirtam-se !!!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Como tudo começou ? O início de uma história de amor de Luciana e Thiago (Versão do Thiago)


Queridos amigos e familiares, aqui quem vos fala é o Thiago.
Esta postagem foi retirada de um outro blog, mantido por mim, que tem como tema o esporte que pratico há 22 anos, o triathlon.
Mas o que isto tem a ver com a nossa história?
Leiam e confiram !


Histórias do final de semana (Publicado dia 30/01/2011)


Depois de alguns meses em que passei por um período de entre safra amorosa conheci una ragazza píu bella. Já tinha me interessado quando via as fotos dela, contudo depois que conversamos aí sim foi que eu a achei muito mais interessante. Marcamos no Quiosque Chopp da Brahma às 21:30. Aí começo um rol de várias bolas fora que eu dei com ela. De cara falei que tinha que voltar à meia noite, porque teria que treinar cedo no sábado. Putz...depois que foi cair a minha ficha. Nem conhecia ela pessoalmente e já disse que ia ter que ir embora logo.
Cheguei do trabalho e esperei dar umas 21:00 para tomar banho, já que está muito quente em Floripa e se eu fizesse isso antes ia chegar lá todo suado. Botei uma roupa rapidinho e saí em disparada para o conforto do ar condicionado do meu carro.
Eram 21:33 e eu estava na porta do lugar onde tínhamos combinado e nada dela chegar. Uns 10 minutos depois ela aparece e me diz "você chegou atrasado. cheguei aqui pontualmente às 21:30 e ainda por cima me deu o seu telefone errado, estou te ligando e você não atende".
Aí sim eu vi todas as minhas pretensões se esvaindo pelo ar. Na verdade eu não iria nem a pau dar o telefone errado para ela, mas talvez na hora de digitar tenha saído errado, vai saber?!
Nessa hora eu já estava meio desiludido e pensei que nem mesmo iria entrar na balada. Que ela ia dar meia volta e eu ficaria a ver navios. Como sempre, a sorte foi minha amiga. Entramos e logo começamos a conversar. Tomamos uma cervejinha e o papo começou a ficar bom. Ela é muito inteligente, mas sem ser metida a intelectual, assim as coisas começaram a fluir. Nada mal pra mim, pois eu pensei que ia ser um desastre depois de tudo que tinha acontecido.
Papo vai, papo vem, e eu como quem não quer nada a convidei para irmos à pista de dança. Ela aceitou. Pensei que o quadro trágico que tinha inicialmente se pintado fora revertido. A banda Eletric Circus, que estava a tocar naquele dia, mandou muito bem. Eu fiquei estrategicamente posicionado atrás dela e certa hora peguei na cintura dela. Não houve qualquer menção de que eu deveria tirar as minhas mãos dali. E o resto da noite vocês devem imaginar como foi, pois mais do que isso eu não vou contar. Fica só entre as partes envolvidas. É claro que nesse dia eu toquei o f@#*-se e saí às 2:30 da madruga. Voltar pra casa cedo para treinar no outro dia numa situação dessas, nem a pau né !!!


EM TEMPO

A pedido da co-autora do crime, melhor dizendo, da senhorita que gentilmente me deu o prazer de sua companhia naquela noite esclareço aqui que para os engraçadinhos que tem uma aguçada capacidade onírico-imaginativa ficamos até as 02:00 da manhã no Chopp da Brahma dançando e nos divertindo. Ato contínuo rumamos separadamente para nossos distintos carros e voltamos without any stops para nossas respectivas casas (que são em bairros bem distantes uma da outra).
Está aí a nota de desagravo mantenedora de reputações ilibadas.

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